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segunda-feira, 17 de março de 2014

Uma festa de papel - Como fazer uma festinha em casa parte 2

      Primeiramente, uma coisa que quem pretende fazer uma festa com pouca "verba" deve saber: tenha quem possa te ajudar.
Quanto mais coisa você conseguir fazer pelas próprias mãos (ou pelas mãos dos amigos), mais você conseguirá economizar.
   

No caso da minha afilhada, eu cuidei da decoração e dos doces, a avó paterna fez o bolo, a caixa de som foi emprestada por um amigo do tio, até a aniversariante pôs "a mão na massa"!


 As únicas coisas que minha irmã pagou "por fora" foram os salgados (que vieram fritos para poupar trabalho já que não contratamos ninguém para fritar ou servir), o painel com a foto do Luan Santana, as mesas, cadeiras e o pula-pula.

Pronto, dito isso, vamos parar de conversa e começar esse post de verdade!
   
  Tenho certeza que vocês já viram dezenas de festas, em blogs, lindas, de encher os olhos. Mas será que é tudo sempre lindo e perfeitinho assim? Será que nada nunca dá errado? Será que no meio da organização ninguém sente vontade de sentar num canto e chorar desesperadamente? Será que isso só aconteceu comigo?!
      Pois é, meu povo... Enquanto eu arrumava a decoração da minha afilhada, as horas iam passando, e parecia que nada ficaria pronto a tempo!
      O painel de mini-pompons ficou lindo, mas eu NUNCA MAIS FAÇO ISSO NA MINHA VIDA!
Não faço mesmo! O trabalho de cortar, dobrar e amarrar não é tão desesperador quanto o momento de abrir os danadinhos e amarrar na linha de nylon.
É preciso ter um certo cuidado nesse momento, pois um descuido pode rasgar ou arrebentar seu pomponzinho.
      Comecei a decoração pela manhã (tinha planos de fazer outras coisas ainda, além de arrumar tudo), mas só terminei quando os primeiros convidados já estavam chegando (os outros planos foram por água à baixo).

      Eu já falei que na cidade onde minha irmã mora venta muito? Não falei? Pois é... Venta. Muito. Mesmo.
E meu painel estava quase indo pelo ares enquanto eu parecia um croquete empanado no meio da terra que invadia o quintal cada vez que ventava.
      Foi então que me preocupei ainda mais: a mesa do bolo não poderia ficar do lado de fora, a menos que ninguém se importasse em comer bolo crocante (de terra). Falei com minha irmã e ela sugeriu que transferíssemos a festa toda para dentro de casa, mas a casa é pequena e, apesar de tanto vento, ficaria abafado lá dentro. Sem contar que àquela altura a decoração no lado de fora já estava 80% concluída.
Achei melhor continuar com o plano original, mas com algumas diferenças: o bolo e os doces não ficariam sobre a mesa. Sairiam de dentro de casa apenas para as fotos iniciais e na hora de cantar os parabéns.
      Depois desse problema resolvido e do painel de pompons pronto, era a hora de montar o arco de bolas.
O arco ficou lindo! Emoldurando o painel de mini-pompons e a cascata de luzinhas natalinas... Pena que quase ninguém viu, porque o vento já tinha estourado quase todas quando os convidados chegaram.
Não sobrou praticamente nenhuma na hora das fotos e dos parabéns...

Bom, fazer o quê, né?
      Acha que os problemas pararam por aí? Na-na-ni-na-não!
Meus pisca-pisca que nunca deram problema "na vida", resolverem não funcionar direito... Só metade das luzes acenderam...
      Ainda bem que era dia de festa, festa em família e mesmo com esse monte de revezes, no fim deu tudo certo (na medida do possível) e todo mundo se divertiu! E é isso que importa!

Bandeirolas de papel seda


Corrente de cartolina

As mulheres da minha vida!
Renata com sua avó e tia, mãe e madrinha.


Renata com a mãe, o tio e a Mel.
Na verdade eu só fiz esse post para mostrar que nem tudo são "flores", que nem tudo dá certo e que, apesar de lindos, mini-pompons são terríveis! rsrsrsrsrs
Também não quero desencorajar ninguém de fazer suas festinhas caseiras. Longe disso! Mas é bom que todos saibam que dificuldades podem surgir e devem ser contornadas. Se não der para contornar... Paciência... Dê risadas! Afinal, se descabelar (como eu quase fiz) não vai resolver o problema.

Beijos e até a próxima!

terça-feira, 11 de março de 2014

Uma festa de papel - Como fazer festinha em casa

      Sumi, eu sei. Estou devendo receitas... Eu sei, eu sei. Estou devendo visitas. Sei, sei, sei.
Poderia dizer que estava super atarefada com projetos mirabolantes ou que estive super ocupada com milhares de encomendas... Mas minha sinceridade não me permite.
A verdade é que ainda não tinha acontecido nada de interessante por aqui, não tinha nenhum projeto para elaborar. Não tinha!

      Andava tudo no maior marasmo na minha vidinha, até que minha irmã deu uma agitada em tudo:

- Mel, estou pensando em fazer um bolinho aqui em casa para o aniversário da Rê...
- Opa! Pode deixar que dos doces e da decoração eu cuido!
- Olha, vai ser só um bolinho! Coisa simples porque não estou podendo ($$)...
- Tranquilo! Deixa comigo! Compro o material aqui pra sair mais barato e levo um dia antes "praí".

Acho que vale ressaltar eu moro em São Gonçalo e minha irmã em São Pedro da Aldeia (RJ)...

Os pontos vermelhos representam onde, aproximadamente, ficam as casas

      Definida a quantidade de pessoas na festa, era a hora de pensar na decoração propriamente dita. Eu estava pensando em uma coisa meio campestre, que lembrasse os campos franceses (já que ela gosta muito da França, embora nunca tenha ido)...
Mas tem duas coisas que Renata, minha afilhada e aniversariante, gosta muito e deveriam ser levadas em consideração: uma é Monster High (parece que todas as meninas da idade dela gostam muito disso). 
Outra é o Luan Santana. Ela optou pelo Luan...
      Minha irmã mandou fazer um banner e o papel de arroz do bolo baseados numa foto que Renata conseguiu tirar com o Luan (foto essa tirada depois de um dia inteiro "acampadas" no aeroporto de Cabo Frio).

Beleza, o resto era comigo.
      Pensei em muitas coisas antes de fechar a ideia de vez, uma vez decidido era comprar os materiais, adiantar o que eu pudesse aqui em casa e terminar na casa da minha irmã.
      Decidi que faria um arranjo com mini pompons de papel seda e um arco com bolas e as luzinhas tipo cascata do Natal. Na mesa de vidro, nada de toalha, usei o pisca-pisca com flores (também do Natal). Sobre a mesa ficariam o bolo, um baleiro, os pirulitos de chocolate que minha irmã fez, os docinhos e as lembrancinhas (tubetes com confeitos de chocolate).



No fim das contas, a festinha planejada para cerca de 30 pessoas (isso porque era pra ser só um bolinho) não passou de R$500, ainda permitindo à minha irmã o luxo de alugar umas mesas e cadeiras, além de um pula-pula para as crianças.


Nem tão crianças assim...



Brigadeiro e Beijinho de copinho
Pirulitos de chocolate

      A festa ficou linda! Todo mundo se divertiu! E eu adoraria dizer que foi só isso... Fazer como muitos blogs que mostram a ideia como se fosse a coisa mais fácil do mundo e que NADA, NUNCA dá ERRADO. Sim, eu gostaria, mas é contra os meus princípios. Por isso é que esse post vai ter um continuação. Para mostrar que nem tudo sai como a gente imagina, nem tudo dá certo de primeira e que nós temos ques ter jogo e cintura e não se desesperar quando TUDO  parece perdido! ;) 



Aguardem!

Beijos e até a próxima!

domingo, 12 de janeiro de 2014

Uma nova chance - Dando um "up" na parede da sala

      Minha sala estava "nua e crua" desde que me mudei, numa tristeza que dava dó. Mas agora a situação começou a mudar para ela: umas das paredes já está feliz com o conjunto de molduras que ganhou. Conjunto que consiste em duas moldurinhas de espelho pequenas (uma com o espelho), uma moldura de espelho grande que ficava solitária atrás da porta do banheiro (inútil, coitada, já que meu guarda-roupa tem um espelho que colocava esse no "chinelo") e uma moldura que eu salvei de um destino sombrio e cruel: a morte!
      Numa bela segunda-feira, eu estava à caminho da academia quando passei por um amontoado de lixo e vi a pobrezinha ali, como se não tivesse mais serventia, conformada com seu destino traçado. Pensei: "poxa, pena que eu estou saindo... Não dá para carregar uma moldura retirada do lixo para dentro da academia... Tomara que o caminhão do lixo não passe até eu voltar, assim resgato a pobrezinha."
Acontece que, quando saí de academia não vi mais nenhum lixo pelo caminho. O lixeiro já havia passado.
Continuei caminhando cabisbaixa, pensando no destino da moldura e me sentindo culpada por não ter evitado aquele crime. Quando dobro a esquina, meu coração chegou a dar um pulinho de alegria ao encontrá-la no mesmo lugar em que estava.
O lixeiro passou, mas não levou a "tralha". Não sei se foi o sexto sentido dele que soube que alguém daria vida nova à moldura, ou se ele achou que era um lixo, tão lixo, que não merecia andar no seu caminhão de lixo.


      Seja lá o que for que tenha acontecido, foi bom para mim, que vim feliz da vida pela rua carregando uma moldura velha, arranhada e capenga. E pra ela, que ganhou uma nova oportunidade de cumprir seu papel de embelezar uma parede.
      Depois de lixada, para tirar o verniz, ela ganhou duas demãos de tinta preta (tinta branca para artesanato + corante preto) e outras duas daquela misturinha básica de cola e água. As duas molduras menores, que já foram cor de rosa (veja aqui) passaram pelo mesmo processo.
Já o espelho que ficava atrás da porta do banheiro recebeu Contact padrão madeira na moldura e renda (que sobrou do quarto) sobre o espelho.
      O resultado final é esse:



Adorei!

Beijos e até a próxima!

domingo, 22 de dezembro de 2013

Os preparativos natalinos

      E aí gente bonita, como andam os preparativos para o Natal? Por aqui estou ansiosa e querendo fazer tudo ao mesmo tempo como uma criança eufórica!
      Ainda não decidi onde vou servir a ceia, se na cozinha mesmo (não tenho uma sala de jantar propriamente dita) ou se na varanda, vai depender do calor... Mas independente de onde a ceia será servida, estou fazendo umas coisinhas por aqui. Vale lembrar que você pode aproveitar o que já tem em casa em qualquer festa. E mais! Você pode aproveitar coisas que iriam para o lixo ao longo do ano e criar enfeites legais. Quer ver?
Esses porta-velas, por exemplo, são latas de atum. Cortei uma tira de papel para scrap book e colei em cada lata. Finalizei amarrando fitas metálicas.



O pote de palmito recebeu barbante, fitas de cetim marrom e verde e uns galhos secos.


No dia, pretendo colocar pedrinhas coloridas (aquelas de aquário) e uma vela.

O mesmo barbante trançado virou "argola" para guardanapos
(não é porque são de papel que não merecem um charme...)



Natal sem a luz hipnotizante das velas não é a mesma coisa, né? Acontece que não comprei velas...
O jeito foi improvisar com as velas que eu já tinha em casa. Aquelas comuns mesmo, que todos temos para os casos de falta de luz repentina...
Eu piquei, derreti em banho-maria e coloquei em potinhos (eram de iogurte).
Os pavios eram os das velas que eu derreti.




Por enquanto é isso. Talvez eu ainda consiga postar mais alguma coisa antes do Natal. Mas se não conseguir, desejo desde já um...

 Feliz Natal!!!

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Natal Tropical 2013

      É minha gente, as festas de fim de ano já estão batendo à porta e se você bobear elas te dão uma rasteira e passam direto!
Eu já comentei ano passado a minha implicância com a decoração "tradicional". Pois ela continua! Não consigo engolir essa decoração típica do hemisfério norte. Neve, renas... Vixe, não dá!
E esse ano investi em mais  flores que no ano passado, em borboletas e em mais brilho.
      Muitas coisas eu reaproveitei do ano passado (e da década passada, do século passado...).

Estrelas de papelão com purpurina 

Minha rede, no cantinho, pronta para os dias de verão

A árvore e seus enfeites são os mesmos. Ela só ganhou um galão de massa corrida como "vaso".



A guirlanda é a mesma. Eu até pensei em fazer outra, mas acho essa tão linda...


Só mudei de lugar, ano passado ela ficou na parede onde estão as estrelas (estrelas essas que não me agradaram muito e estão com os dias contados!).
Tem passo-a-passo dela aqui.





As luzinhas em volta da porta também são as mesmas, só coloquei mais flores esse ano.











As luzinhas tipo cascata (as mesmas do ano passado) esse ano estão acompanhadas de ramos de flores.



O Festão "velhinho de guerra", já está até desbotado. Tenho há muitos anos, mas não usei ano passado.
Esse ano ele está como uma caminha para as borboletas (essas sim, novinhas!)

Se prata não aparece, tinta spray resolve!

E ainda tenho meus passarinhos de pano, que entraram na decoração natalina, mas pretendo deixar o ano inteiro e tirar só para lavar.

Pássaros de pano: eu que fiz!





      Então, que tal espalhar o Natal Tropical pelo Brasil?

Beijos e até a próxima!

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Quarto repaginado parte 2 - Como fazer sua própria cabeceira para cama box

      Outra coisa que eu sentia muita falta era de uma cabeceira. Não queria uma tipo "Casas Bahia", queria uma acolchoada, mas meu "pão-durismo" nato me impedia de gastar uma nota preta comprando uma numa loja bacana. A solução? Fazer a minha, uai!
      Consultei vídeos e tutoriais na internet e criei minha própria versão.
As dicas diziam para eu comprar um pedaço de MDF ou algo parecido para usar como base. Tive que ignorar os conselhos dos queridos blogueiros mais uma vez... Perto de casa não vende nada disso, só no centro da cidade. Beleza, vai lá comprar! Eu iria se a loja entregasse um pedaço mínimo de MDF sem cobrar um absurdo de frete... Por outro lado, não seria um pedaço tão pequeno que eu pudesse trazer no ônibus tranquilamente e sem incomodar ninguém. Não, não tenho carro. Sim, sou pão-dura demais para pagar um carro para ir lá buscar. O jeito foi mais uma vez apelar para a loja de material de construção/bazar/armazém/armarinho perto de casa e comprar uma tábua, de obra mesmo. Mas para a minha tristeza se sucedeu o seguinte:
- Oi, tem tábua?
- Tem sim, está R$16,90, com 3m.
- Ah que bom! Me vê UMA, por favor. VOU LEVAR agora mesmo.
- Uma? Ah que pena, não tem!
- Mas você acabou de dizer que tinha...
- Tem, mas está em falta! Só no sábado.

Fui em outras lojas do bairro e a história se repetiu. Voltei na primeira loja no sábado e "desculpa, está em falta". Não gosto de acreditar que as pessoas agem de má vontade... Mas o fato é que ninguém queria me vender UMA única tábua. Se eu pedisse 15, teria. Se eu pedisse 3m de areia, 3 sacos de cimento e UMA tábua, teria...
      Mas eu não desistira fácil, e ainda faltava ver em uma loja especializada em madeira que fica um pouco mais longe de casa, mas ainda daria para trazer a tábua à pé (ou de bicicleta, como foi). Estava exitando ir nessa loja porque sei que ela é "careira", é uma loja top na cidade. Mas era o jeito...

- Oi, quanto está a tábua?
- Qual madeira?
- (Qual madeira?) Ahn, é... A mais barata.
- A mais barata é de cedrinho. Qual tamanho?
- (Nas lojas que não me venderam, o tamanho era padrão.) Ahn, podem ser duas de 1,50m por 25cm.
- Ok. R$54,90.
Nessa hora em tive um mini infarto! Como assim, eu só queria uma tábua, uma simples tábua.
A menina já estava me olhando com aquela cara de "o quê que essa pobre está fazendo aqui?" Só tinha carrão parado no estacionamento e eu cheguei numa bicicletinha velha com sacolas do mercado amarradas no guidão!
Eu disse que era isso mesmo, que ia levar. E vim eu, pra casa com as tábuas e me sentindo falida! rsrsrs

      O tecido e a espuma eu já tinha comprado, faltavam os preguinhos e os suportes para fixar na parede. Eu não fazia ideia do quê usar para fixar, porque não achei ideias muito práticas na internet. Até gostei de uma que ficaria bem firme, mas com uma distância muito grande da parede. Tive que queimar a "mufa" até encontrar a solução.

      Mas, chega de blá, blá, blá e vamos para a ação.

O primeiro passo foi lixar as tábuas que vieram cheias de farpinhas.
A menina na loja perguntou se queria que aplainasse, só consegui pensar o quão mais caro isso sairia para mim e disse que queria ela bruta mesmo.


O 2º passo é tirar a Coco curiosa do rolo de espuma rsrsrs

Depois da madeira lixada, abra o tecido em algum lugar amplo para você trabalhar bem. Em seguida, ponha por cima a espuma e depois a tábua.





É só puxar o tecido sobre a tábua e pregar.

Para fixar eu usei parafusos de gancho na parede

E parafusos com gancho fechado na própria cabeira


E para não ficar bamba na parede, "recheei" o pequeno vão entre a cabeceira e a parede com um pedaço de espuma.



E pronto! Agora tenho uma cabeceira exclusiva. Achei que ela ficou meio rechonchuda, gorducha demais, aí pesquisei em lojas on line e vi que não, ela está com a profundidade certa. Vi até mais "grossas".

Vi cabeceiras acolchoadas por R$400 em média. Para fazer esta eu gastei menos de R$200. E seria ainda menos se eu não tivesse que comprar aquela tábua top!

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Quarto repaginado - Como colar tecido (renda) em parede

  O quarto (e eu) estava ansioso por um detalhe na parede da cabeceira!
Então optei por uma colagem de tecido, decidi que usaria RENDA, mas em pesquisas na rede não havia absolutamente nada explicando ou indicando como proceder com a colagem desse tecido. Todas as dicas que eu vi indicavam tecido de algodão, de tapeçaria, nada de renda. Mas eu, teimosa que só, insisti na renda com a cara e com a coragem e colei! Então, acho que sou pioneira em colagem de renda em parede :D
      Vou confessar que no início fiquei meio assustada e aquela voz que habita o fundo do meu ser começou a dizer: "isso não vai dar certo... Eu sabia que não ia dar certo! Jogou dinheiro fora...". E foi justamente nessa hora que eu insisti e começou a dar tudo certo. O resultado é esse que podemos ver.

Tchã-ran!


      A renda que usei é daquelas que estica (que maluquice, Melissa!). A vantagem de ser renda, é que não precisei passar cola na parede antes de colar o tecido e depois passar mais cola sobre ele para proteger. Fui ajustando o tecido na parede e passando cola por cima de uma vez. A desvantagem é que tive que ficar segurando o tecido com cola sobre a parede até quase secar totalmente antes de partir para o próximo pedaço (não sei se é só com a renda ou se acontece com todo tecido).
      Comecei colando a parte de cima, de uma lado a outro, e só depois comecei a descer. Achei mais fácil assim.

Começando a colar, e Coco sempre por perto!
   
 Uma coisa que ninguém conta é que isso é trabalhoooso, cansatiiiivo e que no fim do dia seu braços estarão doendo como se fosse seu primeiro dia na academia. Ninguém contou, mas eu falo! Apesar disso tudo, o resultado é encantador e ainda conta com o fator "eu que fiz!", acompanhado de um largo sorriso no rosto!
      Claro que com mais dois braços no jogo o serviço anda mais rápido. Meu marido até me ofereceu ajuda, mas eu recusei. Gosto de fazer essas coisas sozinha. Para não dizer que ele não me ajudou, ele tirou fotos e regulou o ventilador para mim :D
      Para esse trecho da parede eu precisei de:

3m de renda preta (minha parece tem 2,30m de altura, mas eu comprei mais para sobrar para o próximo projeto que tenho em mente);
500ml de cola branca diluída em 500ml de água (a "Cascola" meu povo, ou qualquer outra similar de sua preferência);
Rolo de espuma ou pincel;
Paciência, muita paciência!

      Lembre de deixar uma sobrinha de tecido tanto na parte de cima quanto na de baixo e depois que estiver TOTALMENTE SECO, corte esses excessos com um bom estilete. Meu estilete estava horrível, então usei uma tesourinha de unhas e foi bem melhor. Eu deixei secando uns dois dias porque o tempo estava meio nublado, meio chuvoso... Então achei melhor não arriscar. Lembre-se de ter em mãos um pouco de cola diluída, pode ser que você precise consertar algumas partes depois do corte.
      Por ser um tecido elástico, eu tive que tomar muito cuidado para não esticar, para não ficar torto. Mas... Não teve jeito, em cima ficou mais largo que em baixo e ficou ligeiramente tortinho. Mas, ora bolas, a Torre de Pisa é torta e ninguém reclama. Além do mais, quem é que vai ficar reparando que o tecido da parede está torto?





Mas isso é só o começo, ainda tem mais algumas coisas para fazer aqui no quarto e, em breve, teremos mais novidades, com PASSO-A-PASSO! Não perca!

Beijos e até a próxima!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Espelhos da alma

   Sabe quando você está andando pela cidade, olhando as lojas despretensiosamente e dá de cara com uma coisa que enche sua cabeça de ideias e expulsa a intenção de "só olhar"? Então, foi exatamente isso que esses espelhinhos fizeram comigo ontem... Estavam baratinhos, trouxe logo uns quatro para fazer um conjunto! Mas para pôr em prática o que se passava pela minha cabeça, deu um "pulo" na Caçula e comprei o restante das coisas que eu precisaria: tinta e estêncil.


 

   E aí, gostaram? Querem fazer e deixar qualquer canto da sua casa uma fofura? Vamos lá!

  
   Antes de mais nada, verifique se seu espelho solta da moldura. Caso não solte, proteja o espelho com um pedaço de papel e fita adesiva enquanto pinta a moldura. Minhas molduras tinham uma pequena estrutura para pendurar na parede


eu optei por cortar essa parte usando um estilete aquecido na chama de uma vela (crianças e desastrados, peçam a ajuda de um adulto)


   Com as molduras devidamente pintadas e secas, chegou a hora de tirar o papel que protegia o espelho e tratar de proteger a moldura. No meu caso, foi bem mais fácil, já que o espelho solta da moldura. Então eu não precisei fazer todo esse processo de proteção.
   Prenda o estêncil no espelho com a fita adesiva e pinte


   E pronto! Temos belos espelhos decorados para dar um "up" naquela parede xoxa que todos nós temos. 

Olha que fofo o conjunto terminando de secar...




   Eu adorei os espelhos, acho que vou adotar em mais cômodos da casa... É só variar o tamanho e a forma dos espelhos!

   Beijos e até a próxima!